Genesis

29 de Junho de 2009 at 14:43 (Reminiscências de um Louco)

Deus criou o mundo em sete dias: Primeiro fez luz, depois o céu e os mares e a terra, depois o amanhecer e o anoitecer, abençoou os mares e céus com criaturas, depois foi a vez da terra, criou os seres humanos na sua imagem. No sétimo dia, descansou e contemplou a sua criação.

O sete é um numero rodeado de grande poder. Ou melhor, somos nós que o damos, por este se apresentar constantemente na nossa vida. São sete o numero de dias na semana (no nosso calendário), são sete os corpos celestes que vemos no éter, são sete as Torres no Brasão, são sete as letras em Genesis e em Domingo.

Pensei nesta grande empresa ás 17 de Domingo. Faltavam 7 horas para o fim do 7º dia quando decidi realizar 7 posts no 7º dia. E de facto, irei realizar esta mesma empresa. Bem, devem estar a pensar que isto é uma certa loucura, como é hábito, mas estamos em Segunda. Bem, como irei dizer antes, Portugal outrora fora um grande império, circunscrito ao grande globo que chamamos Terra. Agora está reduzido a uma fracção do que era. Ainda temos um par de cantos que ainda vêm mais longe o Sol do que nós, o canto a que demos nome de ave, no entanto só vêm o que veio atrás por uma hora.

A cultura é de todo o mundo e alem deste, já que foi um dos mortos. No mundo só chegaria a ver mais 12 horas, horas que já não as tenho: o mundo está agora em Segunda (Tóquio talvez em Terça). Então, passemos o limiar da escuridão e entremos no 7º Continente, Atlântida, terra dos Rei. É o continente dos que viram a luz, e é onde o Encoberto reside, até que, por vontade régia, volte a respirar o ar dos mortais que precisem dele.

O sete apareceu em sua força num grande jogo de Xadrez que tive no ano passado com o Rafael Nuno, Grande Campeão Nacional e Distrital de Xadrez (e se não é Nacional, devia ser), jogo que infelizmente perdi. Mas o relógio, numa verdade numérica, mostrava uma série de números que, de várias formas, remetiam ao sete. a primeira eram as jogadas feitas, 77. Depois foram os tempos que cada um tinha (não me lembro se perdi por mate) que através de várias operações matemáticas iam dar 7. Depois fui comparar o meu numero de turma, o 16 (1+6=7), a sala onde estive antes, o dia até em que ocorreu, por ai fora.

Pode-se associar claramente o sete á minha desgraça, mas são casualidades que acontecem. De facto o 7 é um numero tal e qual como os demais: Numero natural de nascença, existe como VII em Roma.

Sete aparecerá de todas e quaisquer formas neste mundo nosso. Representa a renovação celestial, o recomeço de um novo percurso, o inicio de uma nova criação. Sete é sagrado, pois representa a esperança na mudança e na continuidade. Sete são os dias que esperaremos por Rei e pelo Encoberto.

Acabo por dizer estas frases lindas para todos os cientistas por este mundo fora:

But there’s no sense crying over every mistake.
You just keep on trying till you run out of cake.
And the Science gets done.
And you make a neat gun.
For the people who are still alive.

(a sério, ciência sem bolo não existe, ainda bem que é humido)

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2 comentários

  1. Catarina said,

    As coincidências do número 7 voltaram…
    Há muito que não as ouvia!

  2. Tiago said,

    Ai o 7, ai o 7…Cá para mim todos nós temos um número que nos persegue durante a vida. Eu cá não faço ideia qual seja o meu, mas sei que devo ter.

    I’m not even angry, I’m being so sincere right now
    (Ainda bem que o bolo não é mentira. Ficava chateado se fosse.)

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