É Civil, É Civil…..

15 de Setembro de 2009 at 22:21 (Bloco de Notas, Reminiscências de um Louco)

“Quando tiver paciência e falta de preguiça escrevo o que se passou nos 2 dias que estive a tentar entrar na FCT.”

Foi o que escrevi logo depois do meu 1º dia oficial na FCT. Porque escrevi isto? Porque estava cansado demais para escrever mais. Porque não continuei ontem? Porque durante a tarde toda estive a ver o “Evangelion: Death and Rebirth” (e fiquei mesmo zangado por ter o final cortado….de propósito) e à noite entretive-me a tentar por o Mac em condições (só me falta por o QE/CI). E porque decidi escrever hoje?

Para esta ultima há duas respostas, a primeira é que finalmente tive disposição para continuar este trabalho que, desde o infame Exame de Português que me livrei das costas para todo o sempre, ao infinito e mais além, tenho dado continuação, em várias nuances de expressionismo, interseccionismo, surrealismo, olhem, ponham todos os ismos que se lembrarem. A segunda é cortesia para os cerca de 100 novos leitores que este cantinho da esfera (quasi-esfera, senão não os haviam) chamada Internet recebera durante estes últimos dias e devido aos também inúmeros comentários que recebi, uns maus, outros bons e outros que me deram a vontade de os censurar por uns instantes.

Começando a partir do inicio aqui registado………………

Escolhi a FCT por várias razões, várias mesmo, mas não as vão saber todas, porque se as soubessem, não sei quem rebentava primeiro, se os vossos olhinhos de tanto lerem, se o vosso computador (ou os da WordPress, para este efeito) por não aguentarem a redundância inerente à descrição ou se as minhas mãozinhas tão fartas de trabalhar, que agora receberam a notícia de que saíram do desemprego e foram contratadas durante um espaço de 5 anos. O conhecimento é vital e foi o que me incitou a considerar a FCT: tive oportunidades de visita-la (no 11º Ano, onde fiz a pior prova [ou seja 0] da minha vida até agora, que foi durante as Olimpíadas da Física; no 12º durante a ExpoFCT, onde pude tanto experimentar aquilo que ofereciam como ter uma visualização, em 1ª mão, da capacidade inata da faculdade), fica perto da minha casa, fica na margem que os Alfacinhas chamaram de deserto (e depois querem construir cá o Aeroporto das Arábias e dos Elefantes Brancos) e que é a margem que eu amo mais…….. e por ai fora, bla bla bla Whiskas Saquetas.

Não tenho nada contra o Técnico, de facto foi a minha 2ª opção (se bem me lembro e preenchera bem a candidatura, ai esta memória….), mas há duas coisas que tenho a dizer a quem postou algo sobre o Técnico: a qualidade total de um curso só pode ser totalmente contabilizada por quem o vive – podem até ter o melhor curso de todo o mundo mas se os que o frequentam não o conseguirem aproveitar, vai dar ao mesmo de alguém que, num curso não tão bom, mas igualmente forte, que o consiga aproveitar ao máximo. A segunda coisa que digo é uma critica à Cidade das Alfaces e aos seus habitantes Alfacinhas: vocês estão condenados a viverem numa cidade que só sobreviveu pela fortuna de outros e que, no evento de um terramoto, estarão condenados a reconstrui-la (e se o fizerem, não o voltem a fazer mal, precisaremos de um super-Marquês-de-Pombal?). De facto, se a Geolocalização fosse mais fiável, saberia se quem postava era deveras Alfacinha, mas como até na tecnologia há entraves……bem, divago.

In pt.wikipedia.org “Praxe académica, ou simplesmente praxe, consiste no conjunto de tradições, usos e costumes de uma comunidade académica portuguesa.”

Esta frase, que também já vi repetida umas vezes na FCT, mais respectivamente no seu devido fórum, diz tudo e diz nada sobre o que são as praxes em si. E neste mundo, neste pais, neste distrito, nesta cidade, neste sitio, cabe a mim descrever a experiência que sofri durante esses dois dias, detalhe por detalhe. Ou cabe? CLARO QUE NÃO!!!

As praxes são uma das experiências mais importantes que um aluno, ou melhor, um caloiro como eu, pode ter, e apenas as pode ter uma ou outra vez na vida. As praxes são, resumidamente, um outro dia na vida de alguém: um dia único e sagrado, onde damos saltos de fé para avançarmos como humanos. É tal e qual como a chegada dos 18 (que ainda terei), ou como alguém que acolhe uma nova fé, uma cerimónia de baptismo, um bar-mitzvah, ou a entrada num culto secreto (ou do Supremo Arquitecto ou da cruz-rosa). Não é meu dever, nem é minha liberdade, dizer-vos o que se vai passar durante as praxes, porque isso nunca o poderei dizer, pelo menos enquanto caloiro. Se vos dissesse, tirava toda a piada do que se ia passar, e nunca passavam momentos tão bons como estes na vida.

Só posso dizer o que fiquei a perceber, assim de uma forma sumidissima, sem revelar nada de nada de nada nem nada de especifico. Em suma, o que realmente é a experiência não fica no diário, porque não cabe dentro de folhas ou de páginas, mas fica alojado no lugar que chamamos de mente. No fim, só nos lembramos daquilo que nos interessa mais lembrarmos.

Então, sem ofender a provável vontade dos Veteranos (que devem ter sido dos mais fixes, diz o Emotion Core), relatarei, como num conto onde o sol nunca morre e as fadas ganhavam vidinha e andavam ai aos pulos (não sei porquê, se calhar andavam à procura de anjinhos com quem falar). Tudo começou numa madrugada em que acordei às 6, onde normalmente acordaria às 4 da tarde, depois de ter hibernado umas 14 horas, se não fosse o acontecimento marcante de me ir candidatar. Já tinha uma pequena noção do que se ia passar nesse dia, pelo que já tinha tudo pronto (se não tivesse, o que ia lá fazer?). Tinha uma noção minimissima do que eram as praxes da FCT, muito porque os forums da FCT dissessem, mais ou menos como eu digo, as coisas referentes às praxes (era mais sobre ser ou não anti-praxe, mas também ajudou, embora que pouco). Tinha combinado com uns colegas meus encontrar-mo-nos às 7:30 na estação de S. João Baptista. Portanto tomei o meu pequeno-almoço constitucional de um Pastel de Nata e um Galão e esperei por eles. 2 caloiros, 2 caloiras e uma visitante estavam juntos nesse dia, apenas uma saiu com matricula (como não faço tenção de explicar). Chegando lá, nas calmas do dia que fresco se tornaria, apressa-mo-nos a paço de quem anda pelo meio dos edifícios antes conhecidos. Edifício VII, 111 em binário, seria local da minha 2ª derrota: quando chegamos, a muralha de pessoas à porta do Edifício que passamos revelou-se a consequência do resultado de não haverem senhas para o dia. Ficamos alarmados, mas, olhando para o futuro, planeamos outro encontro para 5ª e tentamos ficar juntos, até que as correntes nos separaram, e fiquei junto da Luísa (de Bioquímica, se não me engano, provavelmente acontecerá) até que fui encontrado por uma Veterana e auto-conduzido para os da minha horda.

A principal coisa que na FCT existe é que, ao contrário do “nome da instituição alfacinha acima referida e nunca mais proferida aqui”, onde há dias específicos para cada curso, o sistema de senhas como que autoriza a devida identificação de todos os caloiros à vista de todos. Espantou-me a grande variedade de agências cosméticas presentes lá: Avon, Oriflame, L’Oreal, etc. Deram-nos o emprego de recrutadores e com sorte trouxe mais um para o nosso misto. Tivemos a oportunidade maravilhosa de rever lições da nossa materna língua (não é a que beija, mas a que fala, a dos fados). Uma grande festa organizou-se ao torno da nossa manada, com dança, música e tudo; alguém até chamou o circo que se soubesse o que fizesse, teria tido mais graça. O tempo deveras voa quando nos divertimos, mas a realidade é a ilusão mais persistente, o tempo ganhar asas e ir para o Brasil é o facto disso.

Foi tempo beta quando nos recrutaram para o exercito de Civil e puseram-nos numa fila ordenada pelos Generais Específicos que nos puseram a marchar para a frente e para trás e a cantar as grandes obras de Chopin, Mozart, Bach, Abba, Daft Punk (ouviu-se o Around The World), mas mais principalmente cantámos, em sincronia orquestral, os grandes êxitos do Mestrado Integrado de Engenharia Civil (MIEC, raio de nome). Deram-nos a oportunidade de nos vestirmos a rigor para a dura vida que nos esperava à frente. Dura vida mesmo, já que entramos todos nos jogos de guerra, só tiros por todos os lados, explosões que nos abalavam o corpo. Não houve mortos, mas feridos houve a minha pele, que acabei por tropeçar e arranhar o meu joelho. Já me tinha acontecido isto no 5º ano, por uma razão mais tola: tinha apostado que conseguia correr mais rápido que outro mais velho e o facto é que consegui, mas não consegui travar e, por muito pouca sorte, haviam alguns fragmentos de vidro onde cai, o que piorou um pouco a situação. Os sacrifícios que temos de fazer para obter a verdade são muitos, mas necessários. Bem, há que ver o lado positivo: alem de que agora ambos os joelhos tem uma história para contar um ao outro (se tivessem boca isto é) também fiquei a saber onde estava a enfermaria. Depois de tratado o joelho, foi-nos informado da existência do Kit do Caloiro, recomendado para todos os participantes da futura Parada do Caloiro, que é claro que vou atender, não só para ajudar a mostrar o grande curso que é Engenharia Civil, mas também porque paguei 11 paus por ele.

Depois disto voltamos ao exercito, e depois ficamos como os antigos filósofos, juntos a pensarem ao pé de uma figueira e a conhecerem-se. Começamos pelo mais simples, os nomes, e acho que ficamos por ai. Outra vez recrutaram-nos, e fomos apanhados pela policia anti-terrorista. Fizemos um jogo de lógica simples e depois veio “algo”. Esse “algo” mostraram-me com todo o amor do mundo, e com todo o amor e respeito do mundo, fiz o solene e sacro juramento de nunca deixar sair alguma coisa sobre “algo” fora das paredes que me mostraram, que, caso não o fizesse e dissesse algo a alguém……. bem, não disseram o que era, portanto pode-se dizer que ficava com o castigo de Prometeu (embora que para futuras referências esta não é para ser interpretada nem literalmente, nem totalmente mitologicamente). Depois veio o almoço, a parte mais calma. Calma é relativo ao facto de que as filas estavam totalmente recheadas e que ai pelo meio tenha cantado o Bailinho da Madeira, com novas letras, dignas de um improviso extremamente improvisado. Comemos à maneira de quem tem pressa, mas que também tem calma. Penso que foi ai, numa conversa casual, onde descobriram o nome do meu blogue e também descobriram a minha alcunha: Grande Urso. A sobremesa foi uma delicia, digna de sonhos se não nos tivessem dado a ler e mostrar e até sentir a grande obra de Saramago chamada “Ensaio sobre a Cegueira”. Passeei pela cidade de Almada com as minhas cores, ainda à espera de serem.

Os pais são simples, assim como os filhos: zangam-se se algo está mal e felicitam-te se tudo está bem; os filhos querem sempre o oposto, ou querem paz, ou querem dinheiro, ou querem mulheres de peitos decentes e corpo esbelto capazes de en……….. o resto deixo à vossa imaginação, pois com en- se podem fazer muitos nomes e adjectivos. Estava condenado a vir amanhã, 4ª feira, mas mais cedo. Acordei às 6 da manhã, mas atrasei-me um pouco porque ainda tinha sono. Às 6 e meia estava na estação e por acaso tinha encontrado com a Ritinha, com a Luísa de antes e com a Cláudia, que ia ser escortada pelas amigas dela até ao Politécnico de Setúbal. Também fiquei a saber como ficou matriculada já naquele dia. Tanto eu e a minha mãe viemos neste dia, ela porque se colou a mim como uma lapa. Cheguei às 7 e fui o 83º a por o nome, garantindo uma senha. Até ás 8 estivemos a meter conversa com uma estudante de Leiria, quando convocado eu fui, de novo, para a presença dos meus conterrâneos.

Desta vez estivemos a praticar a arte antiga da Descoberta, não como os filósofos que só nomes precisavam de saber, mas como BFF, Best Friends Forever. Ainda me lembro do Rui Ribeiro (j está corrigido, agora n te queixes) de Vila Franca de Xira cujos pais são Jacinto e Maria e do André da Roménia que em Almada vive e que andava na Anselmo de Andrade (pena que nós da Emídio perdemos sempre com eles no Voleibol) e mais tarde do agora intitulado Bi [Não sejas ovelha, bebe B! Groselha….hee hee 😛 (até eu preciso de me divertir a escrever isto)]. Mais malta que antes, ergueu-se o batalhão a vestir a farda e uniforme a cantar a canção amigável, todos juntos, todos síncronos. Tomamos um tempo de devoção ao senhor Jeremias. Por sorte o pseudo-apresentador-mundialmente-reconhecido caiu do céu a partir das asas de uma cegonha gigante coreana que voou todo o caminho deste Tóquio que chocou um ovo divino lá de cima do céu, até fez sombra, e começou a apresentar o show do século internacionalmente ouvido, até fez luz. Comemorámos todos o aniversário de um nosso companheiro, com um bolo a condizer com ele próprio. Ficámos a conhecer-nos mais pessoalmente, todos sentados uns à volta dos outros (foi aqui que conheci o Bi e eles me conheceram a mim) e depois deitamo-nos na relva, a apanhar sem membros o troco dos outros. Ate se trouxe um Touro, até de nascença e presença virtual um, e lá houveram as dignas touradas à portuguesa (sem morte da besta digna).

Fiquei a saber que estava perto da minha senha, portanto fui até ao edifício F – 9 (em Hexadecimal) e fiquei numa fila curta (com as mãos lavadas com o composto especial de álcool, formol, compostos químicos, desenhado especialmente pela FCT para combater a Gripe A, como quaisquer outras). Era meio dia quando comecei a fazer a matricula. Com a fibra por todo o lado, mas mesmo todo, todo o lado, pá, o processo torna-se informatizado e portanto, apenas temos de falar, e não de ouvir (pelo menos não tanto). Depois da Matricula, recebi os cartões da faculdade e da biblioteca e depois fui fazer o cartão de Multibanco da Caixa, que sabemos nós graças ao Scolari que se chama banco (de sentar talvez) no Brasil, e depois o cartão da Associação de Estudantes, que traz algumas vantagens que com a pressa ainda não tive a oportunidade de ver. E depois de uma passagem breve pela banca das Bolsas de Estudo (só me apresentei) fui fazer o cartão do Metro. Depois de uma passagem pela casa de banho, fui tomar um almoço onde fizeram com que todos conhecessem o Grande Urso. Outra vez um almoço de pressas, acabei o dia por ver a venda (por outro curso) das potencialidades de um caloiro, mas ninguém o quis. Acabei o dia com um bom banho e o pensamento já focado na estruturação deste puzzle de uma só peça.

Bem, desta experiência dita única devo dizer que tanto eu como o louco (que poderão ler mais sobre na Página que se refere à minha pessoa) adoramos. De facto, digo que se não tivesse a ajuda do louco, acho que tinha achado tudo com menos piada, mas ai está a essência da praxe, a brincadeira inocente daqueles que nos querem integrar numa comunidade que é-nos superior a tudo o que já tivemos antes. Imaginem como uma pré-escola ou até um infantário tudo o que sofremos para depois entrarmos na Grande Escola. Depois, se forem do tipo vingativo, podem sempre fazer o oposto, mas não se devem encarar as praxes assim.

De facto, como aquela explicação em itálico já muito atrás explica, as praxes são o meio por onde se transmitem as tradições tanto da Universidade como do Curso em que estamos. Inculta-se o respeito aos veteranos, à predisposição perante outros Cursos (principalmente com as óperas e sinfonias) e mais importante que tudo, geram-se os laços que se desenvolvem e unem estas comunidades, a veterana e a caloira, como Cimento e Pedra, ou Vidro e Aço. Com as praxes geram-se os sentimentos de confiança, de coragem, de força necessários para que saiamos daqui vivos e sábios. Experimentem estar dentro de um poço cheio de feras selvagens e ao pé de vocês uma mala com tudo o que precisam para saírem dai vivos. Atirem a mala fora e ficariam a saber o que era não ser praxado. Se na vida houver moderação, tudo sabe bem, e foi por isso que as praxes nos agradaram, porque sofremos bem. Na minha opinião, as praxes são cansativas, verdade indiscutível, mas também são recompensadoras. Em suma, fica como experiência de vida que um dia podemos dizer aos nossos filhos (ou se calhar não).

E com isto devo acabar o maior relato que fiz neste blogue (com a possível excepção de quando fiz 7 posts seguidos). Espero que fiquem satisfeitos com este post e caros Veteranos, se de alguma maneira disse algo que não se devia ter dito, avisem-me e tentarei arranjar: a Net é o local para a livre expressão de ideias e pensamentos (por isso tirei a opção da moderação deste blogue).

E já agora, espero que depois, no campus, fiquem a conhecer não só o caloiro que vocês apelidaram de Grande Urso, mas que também fiquem a conhecer a pessoa que é Ricardo Gonçalves, estudante pela vida.

“A coisa mais incompreensível no mundo é que ele é de todo compreensível”

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20 comentários

  1. MEO said,

    Ora muito boa tarde, grande urso. Espero que tenha gostado dos seus primeiros dias na FCT. Faça o obséquio de comparecer na próxima segunda feira, de modo a ter a oportunidade de justificar o seu futuro título: caloiro do ano 09/10.

    Saudações académicas
    John Meo Travolta.

    PS: ERECÇÃO MASSIVA

  2. Rita! said,

    AHAHAHAHAHAHAHAH

    EU VOTO NO RICARDO PRA O CALOIRO DO ANO! 😀

  3. civil said,

    O jogo do copo não é para aqui chamado.

    • reichardkaigun said,

      Que jogo do copo?

  4. Catarina said,

    Civil do técnico é que é!!!

    • Civil said,

      Idiota ignobil…o curso de civil do tecnico esta classificado como sendo pior do que na FCT por isso informe-se antes de falar se não tenciona dizer merda. Obrigado

      • Catarina said,

        Isso é dor de cotovelo de quem não conseguiu entrar no técnico

  5. Rita! said,

    “Nós só queremos o técnico a arder, o técnico a arder”

  6. Amigo do MEO! said,

    Querido caloooooiro! A sua pagina está oficialmente entre as minhas favoritas!
    Vanglorize.se!! LOL

    Quero esse comment postado sobre o seu diazinho nas praxes o mais rapidamente possivel!!

    E 2a feira as 9h em frente ao Ed VII !

  7. Tiago said,

    Quem és tu e onde está o Ricardo que eu conheci? Foram as minhas más influências xD

  8. MEO said,

    Ai credo virgem santíssima jesus do céu… Não me imaginava a ler uma destas paredes de texto do início ao fim. De qualquer forma, folgo em constatar que sua opinião relativamente ao objectivo e finalidade das praxes se assemelha em bastantes aspectos à minha, se bem que, ao contrário de si, não pareço o Manuel Machado a exprimir as minhas ideias. E gostava de acrescentar que faltam aí alguns momentos francamente memoráveis no que diz respeito às suas novas ursinhas, e o enroscamento nas mesmas. Decerto que a divulgação dessa pérola o ajudaria na criação da lenda que será a Travessia do Grande Urso na FCT.

    Saudações Académicas,
    John Meo Travolta

    PS: Aves coreanas gigantes? Boa noite…

  9. Catarina said,

    Ricardo, desejo-te um óptimo ano neste início de uma nova fase na tua vida!

  10. Veterano Gonçalo said,

    Caloiro Ricardo, ou por agora em diante, grande urso, queria apenas que soubesse que tomei notas do muro de palavras que escreveu acerca das praxes.
    Notei que tem 3 erros GRAVISSIMOS na sua composição, logo, em consequencia do acto, farei com que se arrependa dos mesmos na segunda-feira.

    Muito atenciosamente, Veterano Gonçalo

    • reichardkaigun said,

      Caro Veterano Gonçalo, dir-lhe-ei que todos os erros aqui cometidos foram executados de modo a, de alguma maneira, aumentar a criação artística presente neste post, já que, vendo obras como o “Memorial do Convento” que não possuem quaisquer tipo de ligação formal, toda e qualquer liberdade se pode tomar no acto da escrita.
      No entanto, como sou um estudante sempre ansioso para aprender (não tanto no que toma a Português) tomarei consciência e responsabilidade pelos erros cometidos neste post. Se foram só 3 é porque vou no bom caminho.

      Entretanto, até 2ª, e oremos irmãos, para que não chova.

  11. MEO said,

    Caro afilhado, faça o favor de comparecer nas actividades académicas programadas para esta semana.

    Saudações Académicas,
    John Meo Travolta

  12. Fã do Urso said,

    GRANDE URSO!!!!!

  13. Boca Linda said,

    Grande urso, sim senhor! aqui tudo ao pormenor!

    PS (grua!!) xD

  14. Alfacinha said,

    Olha, vai desejar terramotos em lisboa para a tua terra, oh atrasado!
    PS: Sei da erecção, fantastico!

    • reichardkaigun said,

      Se acontecer um terramoto na zona de Lisboa, chances são que também me lixo.
      Vivo na outra margem.

  15. O JOAO said,

    falas mal dos lisboetas oh paneleiro de merda? qyem te dera viver deste lado e n nessa terra de merda que é so ciganada oh caralho! tu pelo teu aspecto ve se logo donde vens! toma banho filha da puta!!!!!

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