Carga de Trabalho

17 de Novembro de 2010 at 18:28 (Bloco de Notas)

Moneeeei…… It’s a gas /fart Lol, não devia ser assim que se começa um post mas vamos lá.

Os meus queridos leitores que continuam a visitar esta página, devem-se obviamente perguntar porque não tenho postado nada. Bem, se forem ver aos meus links, os meus colegas também não postam muito. Razão –> Carga de Trabalho.

 

Um monte de livros que emcompassam o meu 9º ao meu 12º ano e álem.

Um monte de livros que emcompassam o meu 9º ao meu 12º ano e além.

Bem, embora esta imagem possa ter uma miríade de significados ocultos, digo-vos que não tem, porque o significado disso é simplesmente mostrar-vos a minha grande montanha de livros 😛  Mas a sério, tanto eu como os meus colegas temos estado atarefados com a progressão do nosso curso. Por exemplo, assim que o meu 2´ano começou, fiquei embrulhado, quase literalmente, num trabalho de Gestão de Empresas, num trabalho de Física II, num trabalho de Hidráulica – isso tudo acumulado com mais 2 factores, o 1º sendo o facto que nos grupos tenho de trabalhar com pessoas que nunca conheci e que, honestamente, não se sabem organizar ou trabalhar em modelo de equipa. O 2º é que, a partir de agora, trabalho de tarde (trabalho = estudo). Não seria problema se já tivesse tido aulas de tarde……. Pois….. mas o grande problema é que (e desculpem o grito) NUNCA TIVE AULAS DE TARDE!!!!!!!!!

Ouch, até eu tenho os tímpanos a doer, embora esteja um pouco rouco e não consiga gritar muito alto. O meu maior problema é esse. Resumindo, não consigo arranjar tempo para estudar fora da faculdade. Obviamente, teremos na minha cabeça um cenário parecido com o de cima – um monte de folhas à espera de serem lidas.

Eventualmente terei de chegar a um meio-termo agradável, porque fiquei eu a saber logo no inicio do ano que anos pares = aulas de tarde. Por agora tenho de estudar um pouco. Aos meus colegas também desejo que tudo corra bem e que –> postem alguma coisa nos seus blogues, não os deixem desertos.

 

– Provavelmente isto lava um novo post chamado quem no mundo bloga –

 

Anyway, e para acabar, no inicio de Agosto estive a preparar uma review entre dois jogos old-school, Master of Orion II e Ascendancy. O facto é que, devido à extensão dos posts, e ao meu critério de profissionalidade, não pude rever. Também porque são jogos que se jogam num registo descontinuo, não pude acabar de escrever. Assim que esta Carga de Trabalho acabar, poderei continuar com este projecto. Fiquem Bem.

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Código para Catenária

31 de Julho de 2010 at 20:30 (Bloco de Notas)

Bem, tinha planeado fazer isto há algum tempo — mais concretamente quando tivesse a minha nota final em Introdução aos Computadores e Programação (que é 19, já agora). Este código é basicamente o resultado de um trabalho de duas semanas cujo propósito era a criação de um programa (embora o Octave seja scrpting language) que calculasse os custos inerentes à construção de uma linha telefónica.

A razão principal é simplesmente como auxilio, não só para os meus caros colegas, mas também como um marcador para quem tem curiosidade no tema.

O código está escrito em GNU Octave (http://www.gnu.org/software/octave/) e é compatível com o Matlab. Mais tarde postarei uma versão do trabalho que levou à criação do código e a versão do código em C (uma desculpa para o praticar; se alguém poder optimizar agradecia). O código do Octave tem alguns “erros”, e quando digo isto, digo que haviam partes que podiam estar melhoradas em eficiência, embora, no geral, tudo funcione como devia. Os resultados estão todos certos e podem-se ajustar certos valores no programa em si. Recomendo que o dx seja sempre igual ou maior que 0.1, devido À eficiência da linguagem Octave. Os valores dos custos e referentes não recomendo mudar, devido aos “erros” que referi anteriormente.

Também tive outro trabalho que foi uma organização de uma base de dados — algo relativamente simples em relação ao MySQL que tanto odeio. Assim que tiver o meu tempo postarei.

kappa.m

function k = kappa(n_f,r_f,d_f,r_a,d_a,t)

% ----------
% Conversões
% ----------

r_f = 0.001 * r_f;
r_a = 0.001 * r_a;
d_f = 1000 * d_f;
d_a = 1000 * d_a;

% ----------
% Calculo da massa unitária dos fios electricos
% ----------

v_f = pi * r_f^2;
m_f = v_f * d_f * n_f;

% ----------
% Calculo da massa unitária do cabo de apoio
% ----------

v_a = pi * r_a^2;
m_a = v_a * d_a;

% ----------
% Calculo do peso unitário e do kappa
% ----------

w0 = (m_f + m_a) * 9.8;

k = w0 / t;

endfunction

caten.m

function d = caten(k,h)

e = 0.1;

j = 1;
Y(1,1) = 0;
Der1(1,1) = 0;
Der2(1,1) = k;
A(1,1) = 0;

while (Y(1,j) < h);
j = j + 1;
Y(1,j) = Y(1,j-1) + Der1(1,j-1)*e + (1/2) * (Der2(1,j-1))*(e^2);
Der1(1,j) = Der1(1,j-1) + Der2(1,j-1)*e;
Der2(1,j) = k * sqrt(1 + (Der1(1,j))^2);
A(1,j) = A(1,j-1) + e;
endwhile

d = A(1,j-1);

endfunction

c_caten.m

function c = c_caten(k,d)

e = 0.1;

Y(1,1) = 0;
Der1(1,1) = 0;
Der2(1,1) = k;
A(1,1) = 0;
c = 0;

for j = 2:((d/e)+1);
Y(1,j) = Y(1,j-1) + Der1(1,j-1)*e + (1/2) * (Der2(1,j-1))*(e^2);
Der1(1,j) = Der1(1,j-1) + Der2(1,j-1)*e;
Der2(1,j) = k * sqrt(1 + (Der1(1,j))^2);
A(1,j) = A(1,j-1) + e;
c = c + sqrt(e^2 + (Y(1,j)-Y(1,j-1))^2);
endfor

endfunction

custo.m

function c = c_caten(k,d)

e = 0.1;

Y(1,1) = 0;
Der1(1,1) = 0;
Der2(1,1) = k;
A(1,1) = 0;
c = 0;

for j = 2:((d/e)+1);
Y(1,j) = Y(1,j-1) + Der1(1,j-1)*e + (1/2) * (Der2(1,j-1))*(e^2);
Der1(1,j) = Der1(1,j-1) + Der2(1,j-1)*e;
Der2(1,j) = k * sqrt(1 + (Der1(1,j))^2);
A(1,j) = A(1,j-1) + e;
c = c + sqrt(e^2 + (Y(1,j)-Y(1,j-1))^2);
endfor

endfunction

mais_barata.m

function [i,j] = mais_barata(M)

m = min(min(M));

for r = 1:rows(M);
for c = 1:columns(M);
if (M(r,c) == m);
i = r;
j = c;
endif
endfor
endfor

endfunction

catenaria.m

function M = catenaria

P = [7, 1000; 8, 1100; 9, 1400; 10, 1700];
F = [9.6, 1.8; 4.0, 2.1; 1.5, 4.1];

for i = 1:4;
for j = 1:3;
M(i,j) = custo(15323,P(i,1),P(i,2),F(j,1),F(j,2));
endfor
endfor

endfunction

catenaria_final.m

function catenaria_final

% Calculo da matriz de custos e do menor custo

M = catenaria;

custo = min(min(M));

[i, j] = mais_barata(M);

% Determinação da altura do poste

p = i + 6;

% Determinação do tipo de cabo

if (j == 1);
cabo = "cobre";
d_f = 9.6;
elseif (j == 2);
cabo = "liga leve";
d_f = 4;
elseif (j == 3);
cabo = "liga extra-leve";
d_f = 1.5;
endif

% Calculo do kappa e dos restantes valores

k = kappa(100,1,d_f,2.5,8,3000);

[d,a] = caten_2(k,i); % O caten_2 calcula, alem da distância entre o ponto minimo da catenária e o poste, a altura minima entre o cabo e o solo
c = c_caten_2(k,d); % O c_caten_2 cria o plot da catenária

n_intervalos = ceil(15323/(d*2));
postes = n_intervalos + 1;

ct = n_intervalos * (c*2);

% Disp dos valores obtidos

printf("Melhor Projecto: \n \nnumero_de_postes_a_utilizar = '%g' \naltura_dos_postes = '%g' \ndistancia_entre_postes = '%g' \naltura_minima_ao_solo = '%g' \ncomprimento_do_cabo = '%g' \nmaterial_do_cabo = '%s' \ncusto_total_do_projecto = '%g' \n",postes,p,d*2,a,ct,cabo,custo);

endfunction

caten_2.m

function [d,a] = caten_2(k,h)

e = 0.1;

j = 1;
Y(1,1) = 0;
Der1(1,1) = 0;
Der2(1,1) = k;
A(1,1) = 0;

while (Y(1,j) < h);
j = j + 1;
Y(1,j) = Y(1,j-1) + Der1(1,j-1)*e + (1/2) * (Der2(1,j-1))*(e^2);
Der1(1,j) = Der1(1,j-1) + Der2(1,j-1)*e;
Der2(1,j) = k * sqrt(1 + (Der1(1,j))^2);
A(1,j) = A(1,j-1) + e;
endwhile

d = A(1,j-1);
a = (h - Y(1,j-1)) + 6; % Altura minima entre o cabo e o solo

endfunction

c_caten_2.m

function c = c_caten_2(k,d)

e = 0.1;

Y(1,1) = 0;
Der1(1,1) = 0;
Der2(1,1) = k;
A(1,1) = 0;
c = 0;

for j = 2:((d/e)+1);
Y(1,j) = Y(1,j-1) + Der1(1,j-1)*e + (1/2) * (Der2(1,j-1))*(e^2);
Der1(1,j) = Der1(1,j-1) + Der2(1,j-1)*e;
Der2(1,j) = k * sqrt(1 + (Der1(1,j))^2);
A(1,j) = A(1,j-1) + e;
c = c + sqrt(e^2 + (Y(1,j)-Y(1,j-1))^2);
endfor

plot(A,Y);

endfunction

Just run catenaria_final.m com todos os módulos e recebem os resultados. Todo o código aqui é disponibilizado gratuita e livremente, para propósitos educacionais e não-comerciais. O Autor não se responsabiliza de qualquer modo sobre quaisquer danos que o código possa fazer.

P.S.: Eu sei que o código aparece “mal” mas não posso evitar, é da UI que escolhi para o blogue.

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Aplicação da Estática no World of Goo

19 de Abril de 2010 at 16:53 (Bloco de Notas)

Bem, talvez pela primeira vez na história deste blogue, vou dar um contributo cientifico aos meus leitores. Deixem só correr o World of Goo que já vos vou explicar….

loading…

spinning violently around the y-axis…

meticulously diagramming fun….

swapping time and space…

filtering moral…

Bem, o World of Goo é um grandessíssimo jogo. Quer dizer, apenas ocupa uns 100 e tal MB, e também não tem gráficos de morrer, e também não é um jogo realmente popular, feito por aquelas empresas de renome como a Konami ou a EA….

…. então o que este jogo tem de especial para que esteja a escrever sobre ele e, muito mais, por o estar a relacionar com estática?

Bem, falando um pouco da história do jogo (o que sabemos que é proveniente da wikipedia, para vos poupar trabalho)…. Este jogo foi desenvolvido pela 2D Boy, que é, digamos, uma empresa independente que se formou quando dois homens, chamados Kyle e Ron, depois de saírem da EA, decidiram criar, sem a ajuda de grandes empresas, um jogo que todos pudessem desfrutar. O resultado é o World of Goo. O World of Goo foi lançado a 13 de Outubro de 2008 e existe para várias plataformas, como Windows, Mac, Linux ou até para a Wii. Foi bem recebido pela media internacional, tendo recebido bastantes criticas positivas e tendo ganho alguns prémios que o distinguem.

Então, falando do jogo em si. O World of Goo passa-se num mundo infestado de pequenos seres esféricos chamados Goo Balls e que percorrem o mundo (por alguma razão desconhecida). Eles fazem-lo criando estruturas nas quais as Goo Balls depois podem ser recolhidas por um cano hidráulico e podem prosseguir nas suas viagens. /yawn (não parece?), mas a melhor maneira de ver o jogo é talvez por um exemplo. Apresento-vos o 1º Nivel – “Going Up”:

Este nível, que por ser o primeiro, tem uma função de tutorial, explica metade do que se pode fazer no World of Goo: Temos uma estrutura no meio, por onde temos de ligar as Goo Balls umas a outras para chegarmos ao pé do cano, altura em que as Balls são aspiradas. A não ser que não tenham qualquer conhecimento de vida real, isto nem devia ser um problema (basta estar a empilhar as balls para cima e cima e cima…..). No entanto, se analisarmos isto de um ponto de vista mecânico, isto chega a ser um exemplo de estática, uma “estrutura articulada” (ou treliça) – uma estrutura composta apenas por barras e rótulas interligadas entre si. Como cada Goo Ball tem um certo peso e um movimento pelas vigas aleatório (a não ser que se use o apito, que depois irei explicar) e como cada ligação tem uma certa força elástica máxima (F = k*x, sendo k a constante elástica) podemos considerar esta torre como uma treliça em qual está a ser efectuada uma carga que podemos considerar uniforme.

Para acabar o nível…..

Como podem ver, a torre fez-se bem: comecei a construir um triângulo inclinado mas depois foi encurvando; aproveitei o ultimo para depois apanhar o vácuo do tubo e acabar o jogo. Agora falando de coisas mais sérias, e passando para o 2º nivel – “Small Divide”:

Provavelmente o melhor exemplo da aplicação de estática (e como melhor digo o mais compreensível) neste jogo. O propósito deste nível é simples: usar as Goo Balls para construir uma ponte para chegar ao ultimo lado. Aqui as coisas podem ser mais complicadas, já que o material que temos é finito e temos de acabar o jogo com 8 Goo Balls para recolher: fazer uma ponte demasiado resistente, ao gastar mais balls, pode impedir a finalização do nível; fazer uma ponte “à pressa” irá acabar por cair.

Em termos de estática, este é um exemplo típico: uma treliça suportada inicialmente por 3 apoios fixos (que tem um certo limite de esforço, já que bastante peso numa extremidade pode provocar o levantamento dos apoios) e onde se está a exercer uma carga constante (resultado do peso próprio da estrutura mais o peso das goo balls volantes). Este sistema é externamente hiperstatico e internamente isostatico (já que é composto por malhas triangulares). à medida que a ponte se vai desenvolvendo, devido à adição de cargas pelo lado direito da treliça, a reacção vertical vai diminuindo até chegar a 0 (altura em que a ponte acaba por sucumbir e cair ao precipício) ou até a parte direita da treliça chegar à outra parte, formando outros apoios fixos e em principio, concluindo o nível. A adição de mais uma goo ball à estrutura cria uma situação mecânica diferente da anterior e da seguinte, já que o numero de malhas e libertações aumenta ou diminui, conforme.

Em termos de resolução, sugiro que se realize a ponte o mais rapidamente possivel, aproveitando o momento em que uma curvatura imposta da ponte tende a estabilizar. No entanto, se se realizar tudo rectilineamente fica-se com algo do género.

Neste caso, a ponte fica a abanar no meio, devido ao movimento das goo balls, mas de resto, é um sistema estável.

Isto são apenas alguns dos exemplos que neste jogo existem, já que, honestamente, existem imensos níveis, dentro de 5 capítulos (cada capitulo representa uma estação, e de certa forma introduz um novo tipo de ball a ser usada, como a Beauty Ball, a Fire Ball, a Vector Ball, etc…), cada um com o seu quê de especial. Por exemplo, no nível “Graphic Processing Unit”, no chapter 4: “Information Superhighway”, o objectivo até chega a ser interessante e relaciona-se mais com física aplicada: as Vector Balls (as verdes) e as “Virus Balls” (as vermelhas, que tem a hipótese de se ligarem entre si, fazendo cadeias) tem de ser usadas para construir primeiro uma ponte desde o cordel solto até perto do cano, para depois enviar as Vector Balls, que serão sugadas pelo vácuo.

Embora não se consiga ver o cano, devido à dimensão do nível (embora ele esteja assinalado com uma seta), todas as bolas lançadas a partir da plataforma segundo um vector, tem depois uma trajectória elíptica, da mesma forma que os planetas giram à volta do Sol, não envolvendo qualquer conceito de estática mas sim de gravitação.

Falando agora de outro exemplo que referi anteriormente, o do apito. No nível intitulado “Whistler” todas as goo balls (que neste caso sendo condensadas, não podem fazer ligações) estão numa estrutura suspensa por um cabo. O apito “chama” as goo balls para o mais perto possível do apito, portanto redistribuindo as cargas. O objectivo consiste em apanhar as “Spit Balls” (permitem fazer ligações de tipo cabo) e depois usa-las na outra extremidade.

Para acabar isto mostro um ultimo exemplo de estática no World of Goo, o nível “Ode to the Bridge Builder”:

Está a anoitecer e as Goo Balls, desesperadas de passarem para o outro lado (provavelmente para descansarem depois de um longo dia de trabalho), encontram este obstáculo: um precipício gigantesco separa as duas margens….

Como fazer isto? Em termos estáticos, podem-se criar apoios na face vertical e depois construir encurvadamente. No entanto, e independentemente do método (a não ser que se seja extremamente rápido) a ponte acaba por cair e estabilizar, tendo de depois criar uma estrutura trepante, na outra face vertical. Acabar este nível com bastantes goo balls chega a ser difícil, pelo que o requerimento mínimo para este nível é de 8 balls (no entanto há que se ter conta que temos imenso material). Um resultado possivel seria este:

Tive alguns problemas… Decidi fazer 1 apoio vertical e construir para cima, no entanto, a carga era tanta que a estrutura encurvou e tive de reforçar, ao construir umas malhas entre o apoio e a parte da treliça “desencurvada”. Eventualmente, quando não podia construir mais em altura, construí horizontalmente. Tive de aproveitar a rotação e o momento da treliça para depois colocar, com alguma sorte à mistura, o apoio na outra face vertical. Acabei o nível com 26 goo balls 😛

Não vou falar mais sobre o jogo, senão estrago-vos a experiência. No entanto, há um aspecto do jogo que gostava de falar: a opção multiplayer. Neste ultimo caso, só eram precisas 8 goo balls para acabar o nível….. então, para onde foram as outras 18? A resposta é simples – todas as balls recolhidas em excesso vão para um pseudo-nível chamado World of Goo Corporation (que vai mudando conforme a progressão no jogo). Esse nível não tem objectivos e é uma espécie de “sandbox” onde podemos fazer tudo o que quisermos com as nossas 300 goo balls (máximo que o jogo permite). Basicamente, se estiverem ligados à net, podem tentar construir a torre mais alta do mundo e comparar os vossos resultados com milhões de pessoas pelo mundo inteiro. Se a memória não me engana, a maior altura já alcançada ronda os 56 metros.

Onde arranjar o jogo é convosco, mas se o arranjarem, joguem-lo: não perdem nada e se calhar (mas isto é um exagero horrendo) até praticam estática.

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“The gist of it”

10 de Março de 2010 at 17:55 (Bloco de Notas, Reminiscências de um Louco)

Well…….. For the first time ever I’m going to write in english, on my blog, just to show you that I can, indoubtley, write an five-hundred word remembrance about my first weeks in the 2nd semester in what obviously is, a very rewarding, albeit tiresome course.

This would be all sweet and dandy, if anyone even bothered to read all my “supposedly” gibberish dribbles and scribbles that I dwaddle along in this stratospherical zenith of an experimental experiment in “on the clouds” computing. Before I reboot my vocabulator I just want to say to all my increasing readers I’m a big fat liar because I failed in delivering these four posts in the last weekend (I’ve bored myself of existential thought until today). Roger roger.

— End Operation —

Bem, como poderão pedir ao Google que vos traduza, vou então fazer o que disse dizendo ai a uns milhões de bits atrás.

O 2º Semestre começou bem, embora tenha sido tramadito um pouco no inicio…. Em Desenho Assistido por Computador tive o problema de que, ao inicio, por ter escolhido um computador que estava mais perto do quadro e da projecção (por problemas de visão, presumirei eu) inadvertidamente escolhi um velho CRT como monitor…. e como não podemos mudar de computador (coisa que verifiquei ser meio falso) os meus olhos sofreram bastante (praticamente porque tenho um LCD que emite muita menos radiação e emite luz com maior refresh rate); de resto tudo corre como esperado, ah e isto é sem contar com os mais ou menos frequentes falhanços tecnológicos, o que penso ser da quantidade de cabos defeituosos que ligam os computadores aos monitores e que já me afectou.

Análise 2 continua a ser tão interessante como antes, pouco há para dizer ai: basicamente estamos a trabalhar com mais variaveis.

Os maiores problemas tenho-os entre as 3ª e 5ª: Em primeiro, na 3ª e na 4ª começo as aulas ás 9 (uma hora depois das 8 ) o que  demora um pouco a habituar: os metros chegam (se o apanhar a um quarto p’as 9) um pouco atrasados, e ainda demoro uns 3-5 minutos a chegar ao Ed. IX. A sala de Estática tem uma quantidade atmosférica de pó incrivel……mente alta – ontem praticamente não conseguia respirar sem sentir o sabor a mofo e a metal na boca. Talvez o pó acumule-se mais atrás, mas isso não terei certeza. O que mais no inicio me espantou foi termos Estática Practica antes da Teórica, mas não foi algo relativamente novo para mim; em teoria estamos sempre mais avançados do que na teórica. 4ª tenho o mesmo problema do pó no Auditório do Ed. IV, assim como alguns problemas em iluminação e em temperatura (talvez atribuidos á longa duração de Geologia).

5ª feira o problema é que volto a acordar para estar ás 8. De facto o maior problema (se se o poder considerar) é o atraso que certos professores tem em relação ás horas marcadas. Todas as cadeiras estão a ser interessantes, embora que a maioria seja aborrecida.

Introdução aos Computadores e Programação pode ser um “highlight” do 2º semestre: embora não estejamos a dar C ou C++ (as linguas que queria mesmo saber) estamos a dar Octave (Octave sendo uma versão gratuita de outro programa chamado Mathlab, e quando digo versão gratuita, quero dizer que reconhecem e correm o mesmo código). O Octave é uma língua estranhamente versátil, mas orientada para as matemáticas – torna-se escusado dizer que, apenas com alguns comandos consigo (e consegui) fazer metade dos programas das practicas. Não é uma língua aborrecida e penso que seria realmente capaz de a usar no meu dia-a-dia empresarial. O 1º trabalho de grupo que temos é a determinação da opção mais rentável para a construção de uma linha telefónica (ou de electricidade) que ligue duas aldeias. Já dei umas olhadelas, mas prefiro acompanhar o rumo de trabalho.

No que toca aos almoços, tenho o azar de acabar as aulas normalmente ás 2 da tarde, e arranjar um comer “como está escrito na ementa” é complicado. No entanto safamo-nos…….

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O Fim do 1º Semestre (de 10)

18 de Janeiro de 2010 at 22:55 (Bloco de Notas)

Bem, oficialmente faltam-me 4 semanas até ao fim oficial do 1º Semestre, mas tecnicamente, como já não temos aulas formais e entramos na época de estudo para os Exames de época normal, é praticamente o fim deste semestre.

Durante este semestre podem ter-me passado pelas mãos das provas mais difíceis e complicadas, principalmente nas áreas das matemáticas. Para o meu 1º teste de Análise Matemática, tinha cometido o lapso de não ter estudado devidamente a parte respectiva ás sucessões, o que me dificultou bastante o teste. Aprendendo dos erros passados, consegui estudar de uma maneira geral a matéria para o 2º teste. Aproveitei o subterfúgio de que para saber primitivar, é necessário saber derivar, o que me facilitou o trabalho que tive a estudar a derivabilidade. De certa forma, o que me faltou em matemática foi a prática, a prática que me permitiria consolidar conhecimento.

Álgebra Linear tem outro problema: definições. É uma cadeira útil nos termos das engenharias, no entanto tem o defeito de ser necessário compreender ou armazenar uma grande quantidade de informações. De qualquer maneira chega a ser mais fácil do que Análise, opinião pessoal.

O resto das cadeiras correram-me bem, como se esperava de cada cadeira, embora que (espero eu, neste momento) ainda tenha de realizar o teste de História da Tecnologia e os exames obrigatórios de Desenho Técnico e de Introdução à Engenharia Civil.

Sobre este semestre, bem……. tenho a dizer que me fez lembrar um pouco as aulas que tinha no secundário. Tenho apenas duas coisas a dizer sobre este semestre: por causa das chuvas, perdi o meu melhor chapéu de chuva as saraivadas fortes de vento. A cadeira que devo ter gostado mais deverá ter sido Análise Matemática, mas sempre tive este gosto no que toca ás Matemáticas. De excepcional foi o que aconteceu durante as férias de Natal: comecei a dormir demais, digamos 12 horas por dia, acordando ai por volta das 4 da tarde. De resto, nada de especial.

O estudo afecta vidas e modos de vida: de tal forma que desde a metade deste semestre, comecei a parar de ver e ler as coisas que mais gostava. One Piece, Naruto, Hunter X Hunter (tinha desculpa já que estava á espera ate Janeiro para que recomeçasse a série), Full Metal Alchemist, Kapilands, GoalUnited, e quase estive para deixar o World of Warcraft (e infelizmente deixei o Fringe, que quero mesmo recuperar), e por ai fora. Se tiver férias e se não tiver nada de jeito que fazer ou estudar, tenho como necessidade, voltar a reencontrar tudo o k deixei atrás 😛

Enfim, para o próximo semestre tenho Programação, umas 2 cadeiras em Geologia, Estática (que ainda não percebi muito bem o que era, algo relacionado com Física), uma introdução ao CAD e volto a ter Análise. Só o futuro dirá o que acharei deste próximo semestre.

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Como o Wolfram|Alpha salva vidas

18 de Janeiro de 2010 at 21:20 (Bloco de Notas)

Em 1º lugar, estou mesmo à espera de fazer uma lista enorme de posts (planeei 3 para hoje), de modo a compensar uma certa falta de posts de “qualidade” desde o meio do meu 1º semestre. Também vou actualizar os meus links, para reflectir umas novas mudanças nos sites da ppl conhecida.

Em 2º lugar, estive a pensar em personalizar a interface que está presente neste site. Isto porque, fim de contas, é uma interface que achei na biblioteca predefinida do WordPress e como na altura da criação tinha outros interesses, deixei passa-la até ao ponto de exaustão. Como sempre foi (embora em que algumas partes nunca explicitamente) um projecto experimental, penso em, em tempo breve, tentar melhorar a interface daqui, talvez nas férias, caso as tenha. Outra vez, não garanto nada.

Então, chegamos ao assunto em questão: Como o Wolfram|Alpha salva vidas? A pergunta chega a ser tola face ao facto de que o Wolfram|Alpha não passa de uma aplicação web, criada pela Wolfram Research, com o intuito de “fazer todo o conhecimento sistemático imediatamente computável e acessível a todos”. Para estudantes, praticamente de qualquer idade e de qualquer área, o Wolfram|Alpha oferece soluções para qualquer problema: introduzam qualquer formula matemática ou quimica, perguntem-lhe as cotações da IBM, perguntem-lhe os maiores terramotos da história, cidades, por ai fora….. o Wolfram|Alpha responde de uma maneira profissional em segundos. De facto, a única pergunta que não me pode responder foi se ele se podia casar comigo 😛 (quem não queria ter por perto algo que suplanta facilmente uma calculadora?).

De facto, são tantos os usos do Wolfram|Alpha que ele facilmente pode entrar na sociedade, como a televisão ou a calculadora (ele substitui uma, de facto). Para demonstrar as suas capacidades vou por aqui uma formula que lhe perguntei, há algum tempo atrás:

… o que por acaso foi exactamente o que respondi na pergunta de primitivas do teste de Análise Matemática 🙂

Enquanto estudava para o cansativo teste de Análise Matemática (que devo dizer que será sempre o 2º teste mais difícil da minha vida) tinha vários exercícios na sebenta para os quais não haviam soluções. O WolframAlpha ajudou-me a verificar as minhas respostas, que estavam maioritariamente certas, á excepção de algumas que, devido ao modo de calculo do Wolfram|Alpha, divergem do que respondi (embora que, igualando as duas funções o resultado era verdadeiro). Ele até chegou a ajudar-me a perceber um facto relativo ás primitivas das funções racionais (facto que seria óbvio, se tivesse pensado mais 2 milissegundos nisso).

Como um recurso educacional, o Wolfram|Alpha está à frente de muito e sendo gratuito, torna-se uma razão para o usar. Só tenho mais uma coisa a dizer sobre este maravilhoso artefacto da web: experimentem-lo. Até vos ajudo: coloco aqui um link, para perguntarem o que quiserem.

http://www.wolframalpha.com

De certa forma é maravilhoso ter as respostas sem pensar, mas o melhor de tudo é, depois de termos pensado para as ter, verificar que são certas.

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Uau

27 de Outubro de 2009 at 21:52 (Bloco de Notas, Reminiscências de um Louco)

Agora é k um bonequinho daqueles de “página em construção” dava jeito.
Peço desculpa pela demora, mas ultimamente não tenho arranjado tempo para escrever. Quando acabar de escrever vêem o k me aconteceu nas 2 primeiras semanas na FCT :P.

Estas semanas tem sido devastadoras, tanto no bom sentido como no mau. Finalmente, depois de um longo (mas que devia ser ainda maior) descanso, volto a activar aquelas luzinhas fluorescentes que metaforicamente representam a ideia e o pensamento activo. Também começo a bocejar e a ficar cada vez mais aborrecido, cansado e cheio de sono dentro e fora das aulas, portanto significa que tudo está inequivocamente a funcionar como devia.

Os dias tem passado demasiado rápido e demasiado lentamente para que eu, no meu estado, pudesse escrever algo. Tem acontecido tanto nestes dias que podia dizer simplesmente que nestas 4 semanas, passaram 4 meses. E não é só a escola a inferir neste processo temporal: o jogo, a doença e o aborrecimento crónico influenciaram bastante estes dias. Portanto, foi mesmo um milagre eu ter começado a escrever este post (e o consequente que tentarei fazer hoje, e que noto que não vou conseguir fazer).

Desde o inicio das aulas ditas (não conto com as de Matemática 0) que tenho feito uma coisa muito prejudicial para o meu espírito: Acordar às 7 da manhã (e 3ª e 6ª às 6:30). Para alguém que tende a trabalhar à noite e a dormir relativamente tarde é uma situação difícil, mas que no entanto aprendi a controlar. Na minha primeira 2ª feira, estava um pouco ansioso por começar as aulas de um ensino que se refere como superior. Contudo fiquei minimamente admirado com o facto que se repete épocas atrás de épocas: as primeiras aulas ou são para ir e vir ou são inexistentes.

Em Desenho Técnico, estivemos a ser introduzidos à disciplina (o básico, incluindo a parte que pensei vir a detestar mais, que era o desenho à mão). Acho que saímos uma meia hora depois de termos começado, o que me deu tempo para explorar a escola um pouco: descobri a Loja das Cópias (o Duplix) e a BEST (que provavelmente ainda não arranjo utilidade para ela, por agora). Análise Matemática começou logo com as Noções Topológicas, e finamente volto a gostar da grande Ciência chamada Matemática. Introdução à Engenharia Civil (o que é uma ironia, já que a temos no Dept. de Engenharia Mecânica) não chegamos a ter. Sai da faculdade com a ideia de um bom futuro aqui.

3ªfeira o CLIP tramou uma grande população. Anuncia aulas de Álgebra práticas às 8. e aparecemos. O que não soubemos foi que todas as aulas práticas só começavam na 2ª semana, e isto só soubemos 4ª (ou pelo menos eu). Então cheguei, esperei, esperei, e concluímos que não havia aulas. Aproveitei o tempo para procurar o auditório de Química (que ficava do outro lado da faculdade). Revemos coisas de Química. Em Álgebra começamos a trabalhar com aquilo que, à data, e sem contar com a Matemática, acho ser a área de estudo mais interessante, as Matrizes. Ao inicio parece não ser algo prático ou interessante, mas se se dão, é por serem relevantes.

4ª continuando a vir a uma aula a que não precisava, continuamos com as introduções de IEC e de História da Tecnologia. 5ª (o dia das Matemáticas) tivemos a primeira aula prática de Análise, mais teóricas de Análise e de Álgebra. Não sei se foi aqui, mas apercebi-me do maior erro da faculdade no que são os auditórios do Ed. VII: são geladas, invernais, quase como um congelador. Até aos dias de hoje não sobrevivo a uma aula daquelas sem um casaco qualquer ou então com uma chávena (ou um copito de plástico) de café barato, que também foi algo que me habituei a beber entre os intervalos imaginários que existem entre as aulas.

6ª outra vez o CLIP trama-me: como actualizaram as salas durante a semana (e como tinha imprimido o horário no fim de semana) entrei na sala errada de Desenho Técnico. Como na altura não sabia como tudo funcionava, não estranhei a presença de outra professora. Cheguei a acabar praticamente o trabalho, que era um desenho à mão do “Quiosque Tivoli”, embora este tenha ficado para acabar durante o fim de semana. Só no intervalo (desta vez de 30 minutos, o único que deveras tenho) é que fui ter à Biblioteca, entrar a conta do CLIP (que demora muito menos tempo do que entrar num computador de lá) e ver se deveras era aquela a minha sala. Não era.

O meu fim de semana foi simples, embora ocupado. Entre as batalhas de Wintergrasp e o aborrecimento, acabo o trabalho de Desenho Técnico. Sábado é sagrado, portanto só trabalho no Domingo.

Então, próxima semana. …..Work it harder make it better do it faster makes us stronger more than ever hour after our work is never over….. Os highlights desta semana foram simples: História da Tecnologia, IEC e Química. IEC pela razão simples que, embora estejamos a abordar um tema muito vasto, o que se dá nas aulas permite-nos compreender o que podemos fazer em Engenharia Civil (se não me engano, o tópico eram pontes, em especial a 25 de Abril); Química porque estamos a dar matéria extremamente simples mas que no entanto ninguém parece perceber a não ser eu e mais alguns (e pois, porque a sala de aulas esta numa pseudo-varanda-corredor no 4º piso do Ed. Departamental); História da Tecnologia por duas razões: a primeira é porque simplesmente sempre gostei de história (não temos presente sem passado nem teremos futuro sem presente) e a segunda é, porque como num acontecimento único, acabamos a aula a ver “2001: Odisseia no Espaço”, a parte do “Dawn of Men”. Um filme extremamente bom para a época e que, neste contexto meu, chega a ser ominoso.

Chego a habituar-me, lentamente mas calmamente, ao ritmo da faculdade.Tornamo-nos livres de fazer praticamente tudo o que quisermos, no entanto ainda somos constringidos pelas nossas próprias limitações. Só notei que precisava de livros na 2ª semana de aulas e só notei que havia a necessidade (para efeito de sincronia) de separar aulas teóricas de práticas. Os almoços tendem a ser bons e jantares averiguarei para a semana. E colegas? Bem, estatisticamente há sempre uma percentagem fixa de pessoas que me chateiam, há outras que me agradam, há outras que pouco conheço, há de todos. No entanto, para aqueles que tive a honra de conhecer, tenho gosto em ser colega deles, não só porque são interessantes com partilhamos, de certo modo, interesses e objectivos comuns. Espero que o inverso se aplique (e que não o tenha de demonstrar por contra-reciproco :P).

“People are often afraid of things that sound new.”

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Quickly Pressed: Resumo da Semana

9 de Outubro de 2009 at 22:20 (Bloco de Notas, Reminiscências de um Louco)

Envergonhar-me-ei de escrever tão pouco, mas hoje não é um dia propicio à escrita.

A semana correu… pensei que a semana tinha pernas e que foi para a equipa portuguesa de Atletismo. Matemática 0 é uma couve de 2 sabores (peço desculpa por esta comparação, mas não encontro melhor): embora que seja bom estarmos a rever tudo o que demos de Matemática num espaço de 2 semanas, é também enfadonho, não só porque nos é dada a mesma matéria que supomos nós que tenha sido assimilada e agora é debitada imediatamente, como chegamos a aprender algumas coisas que implicitamente estiveram nos programas do secundário que tinham Matemática A (ou seja, a Lógica e a trigonométricas inversas).
O teste correu relativamente bem, embora de 18 tenha respondido uma mal (talvez tenha sido por ser a matéria mais antiga)

Tudo considerado, não é uma semana muito rica ou especial em detalhes. Também coincide com o inicio das “chuvinhas” de Outono.
Já que estamos aqui (e caso ainda haja alguém de Civil que não saiba o meu nome) lembrem-se de me chamarem por Ricardo, em vez de Grande Urso. (é simplesmente porque as festividades acabaram e estaremos a conviver e a trabalhar como colegas).

“As far as the laws of mathematics refer to reality, they are not certain, as far as they are certain, they do not refer to reality.”

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Elogio aos tweets (requiem)

1 de Outubro de 2009 at 17:44 (Bloco de Notas, Reminiscências de um Louco)

Bem, estas duas semanas foram estranhas….. tanto no bom e no mau sentido, portanto pode-se pensar que se equilibram os 2, o que acontece. Bem, resumindo o que aconteceu nestas semanas da forma mais simplista seria assim: Praxes, Matriculas, Semana do Caloiro, aulas de Mat 0, pseudo-aborrecimento. Mas assim resumido não fazem a mínima ideia do que fiz nessa semana. Neste preciso momento estou absolutamente aborrecido, se calhar é por isso que escrevo isto (tb tenho uma dor no pescoço que se deve a ter dormido numa má posição, mas é secundário.

Há bastantes posts atrás, numa época de loucura ou aborrecimento, fiz 7 posts num dia; num fiz um cruzamento entre um blogue e o Twitter, que também simplificando é uma forma de comunicação restringida a 140 caracteres. Pelo titulo apercebem-se que vai ser a mesma ideia, portanto digo-vos que só lêem se quiserem, depois não me posso responsabilizar.

Desfile do Caloiro: marchamos por toda Almada a mostrar as nossas cores e cânticos. O Baptismo foi bom, refrescante, para o dia de Verão.

Lição de vida: tudo de concertos à noite na FCT começa 2 horas e meia depois. A garraiada foi uma experiência mista, mas houve muito pó.

O Tribunal foi refrescante, mas também calmo. Dizem-me que foi o pior. Recebi uma t-shirt para trocar com as minhas absolutamente ensopadas.

A Festa do Caloiro foi muito boa, mas o nariz sofreu (pouco). Fiquei com os ouvidos a zumbir por 2 dias. Peste&Sida e a banda inicial 😉

Mat 0 => boas e más emoções: diagnóstico mau (+ ou -) e matéria fácil <=> ter de estudar mais. A biblioteca é linda – preguiçodromo lol

5 Tweets = cerca de 140 x 5 caracteres = 700 caracteres.

Post scriptum: Rui Ribeiro, já corrigi o teu nome, mas acho que ninguém vai ler aquilo tudo de rés a lés.

“Tweet……tweet tweet”

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É Civil, É Civil…..

15 de Setembro de 2009 at 22:21 (Bloco de Notas, Reminiscências de um Louco)

“Quando tiver paciência e falta de preguiça escrevo o que se passou nos 2 dias que estive a tentar entrar na FCT.”

Foi o que escrevi logo depois do meu 1º dia oficial na FCT. Porque escrevi isto? Porque estava cansado demais para escrever mais. Porque não continuei ontem? Porque durante a tarde toda estive a ver o “Evangelion: Death and Rebirth” (e fiquei mesmo zangado por ter o final cortado….de propósito) e à noite entretive-me a tentar por o Mac em condições (só me falta por o QE/CI). E porque decidi escrever hoje?

Para esta ultima há duas respostas, a primeira é que finalmente tive disposição para continuar este trabalho que, desde o infame Exame de Português que me livrei das costas para todo o sempre, ao infinito e mais além, tenho dado continuação, em várias nuances de expressionismo, interseccionismo, surrealismo, olhem, ponham todos os ismos que se lembrarem. A segunda é cortesia para os cerca de 100 novos leitores que este cantinho da esfera (quasi-esfera, senão não os haviam) chamada Internet recebera durante estes últimos dias e devido aos também inúmeros comentários que recebi, uns maus, outros bons e outros que me deram a vontade de os censurar por uns instantes.

Começando a partir do inicio aqui registado………………

Escolhi a FCT por várias razões, várias mesmo, mas não as vão saber todas, porque se as soubessem, não sei quem rebentava primeiro, se os vossos olhinhos de tanto lerem, se o vosso computador (ou os da WordPress, para este efeito) por não aguentarem a redundância inerente à descrição ou se as minhas mãozinhas tão fartas de trabalhar, que agora receberam a notícia de que saíram do desemprego e foram contratadas durante um espaço de 5 anos. O conhecimento é vital e foi o que me incitou a considerar a FCT: tive oportunidades de visita-la (no 11º Ano, onde fiz a pior prova [ou seja 0] da minha vida até agora, que foi durante as Olimpíadas da Física; no 12º durante a ExpoFCT, onde pude tanto experimentar aquilo que ofereciam como ter uma visualização, em 1ª mão, da capacidade inata da faculdade), fica perto da minha casa, fica na margem que os Alfacinhas chamaram de deserto (e depois querem construir cá o Aeroporto das Arábias e dos Elefantes Brancos) e que é a margem que eu amo mais…….. e por ai fora, bla bla bla Whiskas Saquetas.

Não tenho nada contra o Técnico, de facto foi a minha 2ª opção (se bem me lembro e preenchera bem a candidatura, ai esta memória….), mas há duas coisas que tenho a dizer a quem postou algo sobre o Técnico: a qualidade total de um curso só pode ser totalmente contabilizada por quem o vive – podem até ter o melhor curso de todo o mundo mas se os que o frequentam não o conseguirem aproveitar, vai dar ao mesmo de alguém que, num curso não tão bom, mas igualmente forte, que o consiga aproveitar ao máximo. A segunda coisa que digo é uma critica à Cidade das Alfaces e aos seus habitantes Alfacinhas: vocês estão condenados a viverem numa cidade que só sobreviveu pela fortuna de outros e que, no evento de um terramoto, estarão condenados a reconstrui-la (e se o fizerem, não o voltem a fazer mal, precisaremos de um super-Marquês-de-Pombal?). De facto, se a Geolocalização fosse mais fiável, saberia se quem postava era deveras Alfacinha, mas como até na tecnologia há entraves……bem, divago.

In pt.wikipedia.org “Praxe académica, ou simplesmente praxe, consiste no conjunto de tradições, usos e costumes de uma comunidade académica portuguesa.”

Esta frase, que também já vi repetida umas vezes na FCT, mais respectivamente no seu devido fórum, diz tudo e diz nada sobre o que são as praxes em si. E neste mundo, neste pais, neste distrito, nesta cidade, neste sitio, cabe a mim descrever a experiência que sofri durante esses dois dias, detalhe por detalhe. Ou cabe? CLARO QUE NÃO!!!

As praxes são uma das experiências mais importantes que um aluno, ou melhor, um caloiro como eu, pode ter, e apenas as pode ter uma ou outra vez na vida. As praxes são, resumidamente, um outro dia na vida de alguém: um dia único e sagrado, onde damos saltos de fé para avançarmos como humanos. É tal e qual como a chegada dos 18 (que ainda terei), ou como alguém que acolhe uma nova fé, uma cerimónia de baptismo, um bar-mitzvah, ou a entrada num culto secreto (ou do Supremo Arquitecto ou da cruz-rosa). Não é meu dever, nem é minha liberdade, dizer-vos o que se vai passar durante as praxes, porque isso nunca o poderei dizer, pelo menos enquanto caloiro. Se vos dissesse, tirava toda a piada do que se ia passar, e nunca passavam momentos tão bons como estes na vida.

Só posso dizer o que fiquei a perceber, assim de uma forma sumidissima, sem revelar nada de nada de nada nem nada de especifico. Em suma, o que realmente é a experiência não fica no diário, porque não cabe dentro de folhas ou de páginas, mas fica alojado no lugar que chamamos de mente. No fim, só nos lembramos daquilo que nos interessa mais lembrarmos.

Então, sem ofender a provável vontade dos Veteranos (que devem ter sido dos mais fixes, diz o Emotion Core), relatarei, como num conto onde o sol nunca morre e as fadas ganhavam vidinha e andavam ai aos pulos (não sei porquê, se calhar andavam à procura de anjinhos com quem falar). Tudo começou numa madrugada em que acordei às 6, onde normalmente acordaria às 4 da tarde, depois de ter hibernado umas 14 horas, se não fosse o acontecimento marcante de me ir candidatar. Já tinha uma pequena noção do que se ia passar nesse dia, pelo que já tinha tudo pronto (se não tivesse, o que ia lá fazer?). Tinha uma noção minimissima do que eram as praxes da FCT, muito porque os forums da FCT dissessem, mais ou menos como eu digo, as coisas referentes às praxes (era mais sobre ser ou não anti-praxe, mas também ajudou, embora que pouco). Tinha combinado com uns colegas meus encontrar-mo-nos às 7:30 na estação de S. João Baptista. Portanto tomei o meu pequeno-almoço constitucional de um Pastel de Nata e um Galão e esperei por eles. 2 caloiros, 2 caloiras e uma visitante estavam juntos nesse dia, apenas uma saiu com matricula (como não faço tenção de explicar). Chegando lá, nas calmas do dia que fresco se tornaria, apressa-mo-nos a paço de quem anda pelo meio dos edifícios antes conhecidos. Edifício VII, 111 em binário, seria local da minha 2ª derrota: quando chegamos, a muralha de pessoas à porta do Edifício que passamos revelou-se a consequência do resultado de não haverem senhas para o dia. Ficamos alarmados, mas, olhando para o futuro, planeamos outro encontro para 5ª e tentamos ficar juntos, até que as correntes nos separaram, e fiquei junto da Luísa (de Bioquímica, se não me engano, provavelmente acontecerá) até que fui encontrado por uma Veterana e auto-conduzido para os da minha horda.

A principal coisa que na FCT existe é que, ao contrário do “nome da instituição alfacinha acima referida e nunca mais proferida aqui”, onde há dias específicos para cada curso, o sistema de senhas como que autoriza a devida identificação de todos os caloiros à vista de todos. Espantou-me a grande variedade de agências cosméticas presentes lá: Avon, Oriflame, L’Oreal, etc. Deram-nos o emprego de recrutadores e com sorte trouxe mais um para o nosso misto. Tivemos a oportunidade maravilhosa de rever lições da nossa materna língua (não é a que beija, mas a que fala, a dos fados). Uma grande festa organizou-se ao torno da nossa manada, com dança, música e tudo; alguém até chamou o circo que se soubesse o que fizesse, teria tido mais graça. O tempo deveras voa quando nos divertimos, mas a realidade é a ilusão mais persistente, o tempo ganhar asas e ir para o Brasil é o facto disso.

Foi tempo beta quando nos recrutaram para o exercito de Civil e puseram-nos numa fila ordenada pelos Generais Específicos que nos puseram a marchar para a frente e para trás e a cantar as grandes obras de Chopin, Mozart, Bach, Abba, Daft Punk (ouviu-se o Around The World), mas mais principalmente cantámos, em sincronia orquestral, os grandes êxitos do Mestrado Integrado de Engenharia Civil (MIEC, raio de nome). Deram-nos a oportunidade de nos vestirmos a rigor para a dura vida que nos esperava à frente. Dura vida mesmo, já que entramos todos nos jogos de guerra, só tiros por todos os lados, explosões que nos abalavam o corpo. Não houve mortos, mas feridos houve a minha pele, que acabei por tropeçar e arranhar o meu joelho. Já me tinha acontecido isto no 5º ano, por uma razão mais tola: tinha apostado que conseguia correr mais rápido que outro mais velho e o facto é que consegui, mas não consegui travar e, por muito pouca sorte, haviam alguns fragmentos de vidro onde cai, o que piorou um pouco a situação. Os sacrifícios que temos de fazer para obter a verdade são muitos, mas necessários. Bem, há que ver o lado positivo: alem de que agora ambos os joelhos tem uma história para contar um ao outro (se tivessem boca isto é) também fiquei a saber onde estava a enfermaria. Depois de tratado o joelho, foi-nos informado da existência do Kit do Caloiro, recomendado para todos os participantes da futura Parada do Caloiro, que é claro que vou atender, não só para ajudar a mostrar o grande curso que é Engenharia Civil, mas também porque paguei 11 paus por ele.

Depois disto voltamos ao exercito, e depois ficamos como os antigos filósofos, juntos a pensarem ao pé de uma figueira e a conhecerem-se. Começamos pelo mais simples, os nomes, e acho que ficamos por ai. Outra vez recrutaram-nos, e fomos apanhados pela policia anti-terrorista. Fizemos um jogo de lógica simples e depois veio “algo”. Esse “algo” mostraram-me com todo o amor do mundo, e com todo o amor e respeito do mundo, fiz o solene e sacro juramento de nunca deixar sair alguma coisa sobre “algo” fora das paredes que me mostraram, que, caso não o fizesse e dissesse algo a alguém……. bem, não disseram o que era, portanto pode-se dizer que ficava com o castigo de Prometeu (embora que para futuras referências esta não é para ser interpretada nem literalmente, nem totalmente mitologicamente). Depois veio o almoço, a parte mais calma. Calma é relativo ao facto de que as filas estavam totalmente recheadas e que ai pelo meio tenha cantado o Bailinho da Madeira, com novas letras, dignas de um improviso extremamente improvisado. Comemos à maneira de quem tem pressa, mas que também tem calma. Penso que foi ai, numa conversa casual, onde descobriram o nome do meu blogue e também descobriram a minha alcunha: Grande Urso. A sobremesa foi uma delicia, digna de sonhos se não nos tivessem dado a ler e mostrar e até sentir a grande obra de Saramago chamada “Ensaio sobre a Cegueira”. Passeei pela cidade de Almada com as minhas cores, ainda à espera de serem.

Os pais são simples, assim como os filhos: zangam-se se algo está mal e felicitam-te se tudo está bem; os filhos querem sempre o oposto, ou querem paz, ou querem dinheiro, ou querem mulheres de peitos decentes e corpo esbelto capazes de en……….. o resto deixo à vossa imaginação, pois com en- se podem fazer muitos nomes e adjectivos. Estava condenado a vir amanhã, 4ª feira, mas mais cedo. Acordei às 6 da manhã, mas atrasei-me um pouco porque ainda tinha sono. Às 6 e meia estava na estação e por acaso tinha encontrado com a Ritinha, com a Luísa de antes e com a Cláudia, que ia ser escortada pelas amigas dela até ao Politécnico de Setúbal. Também fiquei a saber como ficou matriculada já naquele dia. Tanto eu e a minha mãe viemos neste dia, ela porque se colou a mim como uma lapa. Cheguei às 7 e fui o 83º a por o nome, garantindo uma senha. Até ás 8 estivemos a meter conversa com uma estudante de Leiria, quando convocado eu fui, de novo, para a presença dos meus conterrâneos.

Desta vez estivemos a praticar a arte antiga da Descoberta, não como os filósofos que só nomes precisavam de saber, mas como BFF, Best Friends Forever. Ainda me lembro do Rui Ribeiro (j está corrigido, agora n te queixes) de Vila Franca de Xira cujos pais são Jacinto e Maria e do André da Roménia que em Almada vive e que andava na Anselmo de Andrade (pena que nós da Emídio perdemos sempre com eles no Voleibol) e mais tarde do agora intitulado Bi [Não sejas ovelha, bebe B! Groselha….hee hee 😛 (até eu preciso de me divertir a escrever isto)]. Mais malta que antes, ergueu-se o batalhão a vestir a farda e uniforme a cantar a canção amigável, todos juntos, todos síncronos. Tomamos um tempo de devoção ao senhor Jeremias. Por sorte o pseudo-apresentador-mundialmente-reconhecido caiu do céu a partir das asas de uma cegonha gigante coreana que voou todo o caminho deste Tóquio que chocou um ovo divino lá de cima do céu, até fez sombra, e começou a apresentar o show do século internacionalmente ouvido, até fez luz. Comemorámos todos o aniversário de um nosso companheiro, com um bolo a condizer com ele próprio. Ficámos a conhecer-nos mais pessoalmente, todos sentados uns à volta dos outros (foi aqui que conheci o Bi e eles me conheceram a mim) e depois deitamo-nos na relva, a apanhar sem membros o troco dos outros. Ate se trouxe um Touro, até de nascença e presença virtual um, e lá houveram as dignas touradas à portuguesa (sem morte da besta digna).

Fiquei a saber que estava perto da minha senha, portanto fui até ao edifício F – 9 (em Hexadecimal) e fiquei numa fila curta (com as mãos lavadas com o composto especial de álcool, formol, compostos químicos, desenhado especialmente pela FCT para combater a Gripe A, como quaisquer outras). Era meio dia quando comecei a fazer a matricula. Com a fibra por todo o lado, mas mesmo todo, todo o lado, pá, o processo torna-se informatizado e portanto, apenas temos de falar, e não de ouvir (pelo menos não tanto). Depois da Matricula, recebi os cartões da faculdade e da biblioteca e depois fui fazer o cartão de Multibanco da Caixa, que sabemos nós graças ao Scolari que se chama banco (de sentar talvez) no Brasil, e depois o cartão da Associação de Estudantes, que traz algumas vantagens que com a pressa ainda não tive a oportunidade de ver. E depois de uma passagem breve pela banca das Bolsas de Estudo (só me apresentei) fui fazer o cartão do Metro. Depois de uma passagem pela casa de banho, fui tomar um almoço onde fizeram com que todos conhecessem o Grande Urso. Outra vez um almoço de pressas, acabei o dia por ver a venda (por outro curso) das potencialidades de um caloiro, mas ninguém o quis. Acabei o dia com um bom banho e o pensamento já focado na estruturação deste puzzle de uma só peça.

Bem, desta experiência dita única devo dizer que tanto eu como o louco (que poderão ler mais sobre na Página que se refere à minha pessoa) adoramos. De facto, digo que se não tivesse a ajuda do louco, acho que tinha achado tudo com menos piada, mas ai está a essência da praxe, a brincadeira inocente daqueles que nos querem integrar numa comunidade que é-nos superior a tudo o que já tivemos antes. Imaginem como uma pré-escola ou até um infantário tudo o que sofremos para depois entrarmos na Grande Escola. Depois, se forem do tipo vingativo, podem sempre fazer o oposto, mas não se devem encarar as praxes assim.

De facto, como aquela explicação em itálico já muito atrás explica, as praxes são o meio por onde se transmitem as tradições tanto da Universidade como do Curso em que estamos. Inculta-se o respeito aos veteranos, à predisposição perante outros Cursos (principalmente com as óperas e sinfonias) e mais importante que tudo, geram-se os laços que se desenvolvem e unem estas comunidades, a veterana e a caloira, como Cimento e Pedra, ou Vidro e Aço. Com as praxes geram-se os sentimentos de confiança, de coragem, de força necessários para que saiamos daqui vivos e sábios. Experimentem estar dentro de um poço cheio de feras selvagens e ao pé de vocês uma mala com tudo o que precisam para saírem dai vivos. Atirem a mala fora e ficariam a saber o que era não ser praxado. Se na vida houver moderação, tudo sabe bem, e foi por isso que as praxes nos agradaram, porque sofremos bem. Na minha opinião, as praxes são cansativas, verdade indiscutível, mas também são recompensadoras. Em suma, fica como experiência de vida que um dia podemos dizer aos nossos filhos (ou se calhar não).

E com isto devo acabar o maior relato que fiz neste blogue (com a possível excepção de quando fiz 7 posts seguidos). Espero que fiquem satisfeitos com este post e caros Veteranos, se de alguma maneira disse algo que não se devia ter dito, avisem-me e tentarei arranjar: a Net é o local para a livre expressão de ideias e pensamentos (por isso tirei a opção da moderação deste blogue).

E já agora, espero que depois, no campus, fiquem a conhecer não só o caloiro que vocês apelidaram de Grande Urso, mas que também fiquem a conhecer a pessoa que é Ricardo Gonçalves, estudante pela vida.

“A coisa mais incompreensível no mundo é que ele é de todo compreensível”

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